Audrey não era normal


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11/08/2006 19:19
UM ANO E A CABEÇA A MIL

Hoje faz um ano que meu pai morreu. Fiquei a semana toda pensando
nisso. Já estou bem, estou ótima em relação a essa questão, embora a vida continue com inúmeras incertezas e indecisões. Estava me
preparando para passar esse dia bem tranquila - aliás, tenho estado muito tranquila, precisando de tranquilidade... o corpo está pedindo - mas foi tudo ao contrário.

Fui dormir ontem às 3h (aderi ao skype, finalmente, a pedidos), mas o que era para ser um começo de dia plácido foi uma comédia chapliniana. Acontece que às 6h30 sinto uma coisa no meu pé... e: era uma barata!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Terror e pânico no batquarto!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Quase tive um infarto. Uma hora de embate com o monstro voador, consegui fazê-lo sair do quarto, mas nao consegui matá-lo; só dei umas vassouradas. Às 7h40 resolvi me trancar nos meus aposentos e dormir. Quer dizer, dormi mal porque eu estava grogue, tensa e com os nervos à flor da pele.

O dia 11 de agosto, que de agora em diante será obviamente histórico para mim, começou assim: lutando contra uma merda de barata - elas sempre me perseguem.

No final, ao meio-dia, consegui me desfazer da tipa, enviando-a privada abaixo (quer dizer, espero que tenha sido ela e não uma amiga que também estava passando por aqui). Mas o espírito harmonioso do meu dia ficou definitivamente prejudicado.

No mais, me sinto com o corpo pedindo descanso, calma e paz. "Nada de excessos, garota", ele tem dito. Quero escutar e estou me esforçando. Mas, sei lá, às vezes as coisas não vão conforme a nossa música.

C.R.A.Z.Y. - Vi esse filme ontem e simplesmente ADOREI!!!!
História de pai com filho e a orientação sexual no meio (além de outras
coisinhas mais).

Beeeeeeeeeijos.


enviada por Patu






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